Galpão do Verso
Poetas

Adão Quevedo

18 poesias

Poesias

  • A Avó de Todas as Santas

    Adão Quevedo

    da Silva Filho) Dona Isaura já beirava um século de existência,

    7ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • A Lenda do Capão da Gaita

    Adão Quevedo

    Dizem que é mal-assombrado aquele capão de mato, pois ali, Chico Mulato, um gaiteiro afamado,

    IV Colheita de Versos Abdon Batista - SC
  • A Menina que Há em Nós

    Adão Quevedo

    Minha vó é uma criança, nunca vi mais debochada, suspira, dorme sentada... Quando a cadeira balança

  • A Origem da Palavra

    Adão Quevedo

    A palavra É uma espada, Quando corta o silêncio... O silêncio...

    II Sinos do Verso Gaúcho
  • A Palavra que Eu Não Disse

    Adão Quevedo

    Em que silêncio perdi a palavra que eu tinha, desde o dia que te vi e sonhei que eras só minha?

    VI Esteio da Poesia Gaúcha
  • Celeiro

    Adão Quevedo e Jadir Oliveira

    Semeei sonhos e quimeras pelas terras onde andei... Das sementes que plantei colhi trigo, fiz o pão, arei bem, meu coração... Guardei meus versos singelos e o que restou de mais belo no celeiro da ilusão... Foram safras de emoções, de guitarra e poesia, pra encher a vida vazia e espantar a solidão.

    5º Celeiro da Poesia – Campos Novos – SC
  • Guri do Campo

    Adão Quevedo

    Eu sou um guri do campo arrancado da raiz, assim como outros tantos que a cidade não diz.

  • Lanterna de Vagalumes

    Adão Quevedo

    Eu brincava de lanterna de vidro, com vaga-lumes. Eu embretava as estrelas

    Poemas Para a Infância - 10º Celeiro da Poesia
  • O Poeta de Rua

    Adão Quevedo

    Morreu o velho Sobral... Que pena, que judiaria... Nunca mais a poesia terá outro poeta igual. Ele era o menestrel, dos mendigos, dos sem nada. O que alma lhe ditava, nem precisava papel,

    22ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • O Punhal que me Feriu

    Adão Quevedo

    O punhal que me feriu, não foi por mão inimiga, nem por ofensa ou intriga... Era inocente o seu fio.

    20ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • O Último Retirante

    Adão Quevedo

    Me urbanizei, de repente, Contra a própria vontade: Mais por necessidade... Do que por... Inconsequente,

    V Tertúlia Maçônica da Poesia Crioula
  • Onde Dormem as Solidões

    Adão Quevedo

    Mais de um século de almas habitam a casa antiga, onde o vento faz cantiga de ninar para os fantasmas...

    II Tertúlia da Poesia - Santa Maria
  • Os Cabelos Brancos do Meu Pai

    Adão Quevedo

    Estes teus cabelos brancos estas rugas no teu rosto, o tempo deve ter posto para irrigar o teu pranto...

    Querência da Poesia Xucra Virtual – 27 Anos
  • Serafim, Ponto Final

    Adão Quevedo

    Acharam Serafim morto, sangrando de solidão, sexta feira da paixão... Chora a tarde... Jaz o corpo.

    III Esteio da Poesia Gaúcha
  • Um Rio de Saudade

    Adão Quevedo

    Minha visão é tão clara quando recordo de ti, fisgando algum lambari num caniço de taquara.

    21ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Velhas Crianças

    Adão Quevedo

    Há um rangido enferrujado na dobradiça da porta e uma lembrança, quase morta, vem de longe, num costado.

    16º Bivaque da Poesia Gaúcha
  • Vô Malaquias

    Adão Quevedo

    Um vulto se aproximando no lusco fusco do dia... Era o vô Malaquias num fim de tarde, chegando...