Galpão do Verso
Poetas

Caine Teixeira Garcia

19 poesias

Poesias

  • A Lágrima

    Caine Teixeira Garcia

    Eu sou o sal da partida E o doce do reencontro, Garoa que molha o verde Pra jujar um mate novo.

    IV Colheita de Versos Abdon Batista - SC
  • A Negra Poesia

    Caine Teixeira Garcia

    Ela sonhava em ser poesia... E nunca soube ser mansidão! Te aquieta! - a realidade dizia – Pois ninguém vive de ilusão!

    15º Bivaque da Poesia Gaúcha
  • De Esporas Calçadas

    Caine Teixeira Garcia

    A madrugada, preguiçosa e cálida, Tece um silêncio incomum! Nem corujas, em seu mau agouro Nem alaridos do vigilante quero-quero...

    II Esteio da Poesia Gaúcha
  • Epifania

    Caine Teixeira Garcia

    Confessei-me em silêncio ...a lua, ouvindo minhas preces. Repontei quimeras, ao vento - Quem sonha, não adormece!

    I Concurso de Poesias Gauchescas – 31º Rodeio de Vacaria
  • Eu Não Sei Rezar

    Caine Teixeira Garcia

    Eu não sei rezar! Aqui, do lombo do pingo Não hay missas de domingo Só o campo é meu altar...

    Querência da Poesia Xucra Virtual – 27 Anos
  • Me Arreneguei

    Caine Teixeira Garcia

    Me arreneguei... e "rasguei a poesia"! Não era eu naquela folha... ...quiçá, meus sonhos... por entre as linhas. Eu até tentei ser tudo aquilo,

    V Tertúlia Maçônica da Poesia Crioula
  • Meu Verso Judiado

    Caine Teixeira Garcia

    Vai bem judiado o meu verso Já quase vencido, estropiado... Quem sabe, cansado da lida E de camperear com o gado.

    19º Bivaque da Poesia Gaúcha
  • Não é o Fim

    Caine Teixeira Garcia

    Os meus longos e negros cabelos Emolduravam histórias na minha pele rude Tal qual a noite com a sua veste escura Morada da lua em toda a sua plenitude!

    VII Colheita de Versos Abdon Batista - SC
  • O Homem Sentado à Sombra

    Caine Teixeira Garcia

    O homem sentado à sombra De bombacha arremangada, Mantém um olhar distante E meio que olhando pro nada...

    2º Carijo em Prosa e Verso – 38º Carijo da Canção Gaúcha
  • O Lado Escuro da Sombra

    Caine Teixeira Garcia

    O lado escuro da sombra É o mais escuro dos lados... Transita em meio ao que é certo Mas vive mesmo do errado!

    20ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • O Meu Petiço Raio!

    Caine Teixeira Garcia

    Eu tinha um baita petiço Que eu chamava de “Raio”. Das patas brancas e curtas E de pelagem bem baio.

  • O Meu Verso Envelheceu

    Caine Teixeira Garcia

    O meu verso envelheceu Mateando ao canto dos galos, Com a encilha dos cavalos Bem antes do alvorecer...

    2º Parador da Poesia Crioula – Bagé
  • Quando o Amor Morre

    Caine Teixeira Garcia

    Um bom dia morno Que se faz suplício, Serve um mate frio Que à mão alcança...

    VIII Esteio da Poesia Gaúcha
  • Quando o Poeta Chorou

    Caine Teixeira Garcia

    Quando o poeta chorou A dor feriu, mortal como bala! Puseram-se sonhos na mala Que o destino guardou.

    II Sinos do Verso Gaúcho
  • Remorsos

    Caine Teixeira Garcia

    Ressona a estância... Meus devaneios, não! Sobrevivo assim, num purgatório reflexivo... Travo embates - em meus adentros

    22ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Sem Tempo

    Caine Teixeira Garcia

    Houve um tempo em que a saudade Era um caminho... Houve um tempo em que o caminho Era esperança!

    10ª Querência da Poesia Xucra
  • Silêncios de Barro e Pedra

    Caine Teixeira Garcia

    Nestes silêncios de barro e pedra Pelos "adentros" de mim, padeço... Há na incerteza, que vinga e medra lalvez a herança do que mereço!

    II Tertúlia da Poesia - Santa Maria
  • Um Poema no Sul

    Caine Teixeira Garcia

    Um poema no Sul É Boitatá na escuridão, A clarear a imensidão Da pampa vieja machaça...

    III Esteio da Poesia Gaúcha
  • Um Velho Taura, Recém-Nascido

    Caine Teixeira Garcia

    Voltei... ...me aguarda a tolderia de um poncho! De suas baetas escorrerão penas Que hei de colher nesta vida,

    21ª Sesmaria da Poesia Gaúcha