Galpão do Verso
Poetas

José Mauro Ribeiro Nardes

8 poesias

Poesias

  • A Maldição do Frederico

    Francisco Carneiro Neto e José Mauro Ribeiro Nardes

    Morfeu embala o sono, Dos que dormem nos galpões, Não pintou o arrebol, Paira um breu sobre os rincões.

    I Esteio da Poesia Gaúcha
  • Arquitetura Ilusória

    José Mauro Ribeiro Nardes e Francisco Carneiro Neto

    No vão das velhas paredes, De um rancho aberto nas pontas, Fui martelando por conta Da arquitetura ilusória;

    IV Colheita de Versos Abdon Batista - SC
  • O Cusco do Zeca Preto

    José Mauro Ribeiro Nardes e Francisco Carneiro Neto

    A se julgar pela sombra, Era meio dia e meia, Enquanto o dono sesteia, O cusco cuida da tropa,

    10ª Querência da Poesia Xucra
  • O Rio Grande em Transição

    José Mauro Ribeiro Nardes e Francisco Carneiro Neto

    Tendo o verso como arreio, Vou fazendo pastoreio No manancial da memória. E ao repisar as lonjuras,

    VII Esteio da Poesia Gaúcha
  • Olhares da Alma

    Francisco Carneiro Neto e José Mauro Ribeiro Nardes

    Quando a alma se escancara e abre as porteiras do ontem, Meu olhar busca horizontes pelos rumos que imagino, Sigo no cabresto do tino, rememorando paisagens, E relembro as imagens que eu olhei quando menino.

    20ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Quando a Inocência se Cala

    José Mauro Ribeiro Nardes e Dilamar Costenaro

    A idade chega e vai moldando o pensamento, E a doce inocência aos poucos se cala, E o tenro piazito, já de voz engrossada, Sequer dá ouvidos quando a experiência fala.

  • Seresteiro Violão

    José Mauro Ribeiro Nardes e Mário Amaral

    Quando a saudade ponteia O meu tempo de criança Pelas linhas de “pescar” Trinam antigas lembranças

  • Um Guri que Sonhava

    José Mauro Ribeiro Nardes e Severino Rudes Moreira

    Quando o dia boleia a perna, O céu e a terra se abraçam, A passarada brinca em gorjeios, Brindando o arrebol que passa.