Galpão do Verso
Poetas

Luís Lopes de Souza

54 poemas

Poemas

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  • A Cela

    Luís Lopes de Souza

    Aqui o tempo não urge a consciência me sepulta no mofo da solidão, como a larva do repúdio ruminando a realidade

    7ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • A Roda da História Roda

    Luís Lopes de Souza

    Desconforme e lerdarrona... longeva genialidade tracionando a história grega nos longes da antiguidade...

  • Argumento Final

    Luís Lopes de Souza

    O tempo carrasco me condena... Mas os fogos do delírio não me cingem e os fantasmas do adeus não me assombram...

  • Balada do Mate Só

    Luís Lopes de Souza

    È um mistério legendário, O atavismo silente Do chimarrão solitário.

  • Cá da Última Janela

    Luís Lopes de Souza

    Cá na última janela o vento zomba da vida, passa uivando pesares pra uma alma em despedida...

  • Cantiga pra um Vinhateiro

    Luís Lopes de Souza

    Gaúcho...! Um baita Gaúcho!! Patrício miscigenado que na inquietude do tempo reza glórias e ressábios.

    14ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Casmurro

    Luís Lopes de Souza

    Hoje a inquietude me perturba numa ressaca de incertezas e medo... - São meus ranços de casmurro certamente!

    10º Bivaque da Poesia Gaúcha
  • Dádiva

    Luís Lopes de Souza

    Como um mísero desprovido e coitado, só te ofereço um gesto acanhado e rude, este poema também pobre e tresloucado que ao teu sorriso alcançará plenitude...

    4ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Das Coplas de Algum Andejo

    Luís Lopes de Souza

    “Como uma clave de vento entre rudes cantilenas, é o assovio do adejo fazendo acordes, das penas...”

  • Devaneios de um Amante Só

    Luís Lopes de Souza

    A nitidez dessa geada prateando minha melena, reflete o quadro das eras inspirando em minhas penas.

  • Do Canto Rude dos Loucos

    Luís Lopes de Souza

    Luzeiros de mil candeeiros se apagaram nos olhos como um legado proscrito, no estro da cantilena

  • Dos Memoriais de um Tropeiro

    Luís Lopes de Souza

    Deixem falar o tropeiro pela memória do tempo... Pois o rol de sua memória é um lenitivo de glórias

    19ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Dos Tropeiros de Mulas

    Luís Lopes de Souza

    Proposta não era ofensa pechinchar não era feio somavam as diferenças e repartiam ao meio.

  • Eu Morri Naquela Tarde

    Luís Lopes de Souza

    A pampa em sua inquietude se rebelava outra vez... O conceito de bravura na mais medonha altivez,

  • Falta um Quadro na Parede

    Luís Lopes de Souza e Alcindo Neckel

    Mãos pintoras de aquarelas transcedentes de outros tempos eternizaram momentos no matiz de cada tela...

    5ª Tertúlia da Poesia - Santa Maria
  • Gesta Gaúcha no Sertão Baiano

    Luís Lopes de Souza

    Sujeito bronco e molambo por “Conselheiro” chamado... barba e melena revoltas qual fantasma estremunhado.

  • In Memória de um Bravo

    Luís Lopes de Souza

    Não... não será preciso uma estátua de quem foi um monumento sem pretensões simplesmente... Sua memória é um ementário

    17ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Lobisomem

    Luís Lopes de Souza

    Já faz tempo, muito tempo... Visto com certo malgrado enterrei velhos ressábios nos longes deste lugar,

    15ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Maria... a Louca

    Luís Lopes de Souza

    Todo o pago conhecia, a louca, chamavam... mas seu nome, qual será?

  • Meu Canto de Benquerença

    Luís Lopes de Souza

    Rude... mas para aqueles olhos, eu saberei cantar... meus dedos de sovar tentos arrancarão acordes

    3ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Missiva para uma Flor

    Luís Lopes de Souza

    Hoje acordei entre as brumas de uma saudade secreta que acostumei a sentir...

  • No Sarau dos Meus Fantasmas

    Luís Lopes de Souza

    Voltei da boca do inferno já nem sei se sou humano...! Pois meus diabos em revolto confundiram minha insânia

    1ª Tertúlia da Poesia - Santa Maria
  • O Adeus ao Velho Poeta

    Luís Lopes de Souza

    As musas, chegam silentes... No adeus vago e remoto brilham auras derradeiras de santas de um só devoto...

    14º Bivaque da Poesia Gaúcha
  • O Capelão

    Luís Lopes de Souza

    “...Deus deixou, segundo sua vontade as coisas fracas para confundir as fortes e as coisas loucas para confundir as sábias...”

    10ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • O Combate

    Luís Lopes de Souza

    Um sol solene e longínquo se fez lume da ribalta no palco do barbarismo...

    8ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • O Corvo

    Luís Lopes de Souza

    Asas negras preenchiam o esboço vazio da tarde... Misterioso e repudiado

    9º Bivaque da Poesia Gaúcha
  • O Escravo

    Luís Lopes de Souza

    Semeei pétalas de rosas sobre o mimo de teu rosto soprei com carinho o pó no cristal de teu sapato.

  • O Estouro

    Luís Lopes de Souza

    Um corisco...retumbou tremeluzente prenunciando a tempestade! E a tropa sobressaltada redemunha encontradiça

  • O Gato

    Luís Lopes de Souza

    Gato preto é mau presságio malgrado na sexta feira, é o “coisa ruim” disfarçado rondando a lenda crendeira...

    1º Esteio da Poesia Gaúcha
  • O Pago em Chamas

    Luís Lopes de Souza

    No fim do inverno o meu Pago sempre se veste de luto... Meu Deus do céu e dos campos

  • O Romanceiro da Morte

    Luís Lopes de Souza

    Se a pedra ficar polida meu labor não foi a esmo... Quando me for, vou cantando in memória de mim mesmo....

    17ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • O Senhor de Todos os Tempos

    Luís Lopes de Souza

    DEUS... por regra da criação fez o tempo em três etapas... e os chamava de irmãos. O mais velho era o PASSADO!

    16ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Os Guardiões das Invernias

    Luís Lopes de Souza

    Esses homens, mais parecem fantasmas que os julhos despertam, dos fundos escuros dos ponchos surrados ou das copas bojudas de mouros

  • Pra Versejar uma Ausência

    Alcindo Neckel e Luís Lopes de Souza

    Um céu longe multicor estende o véu da aurora no meu olhar já sem cor... trazendo imagens vagas

    5º Esteio da Poesia Gaúcha
  • Prelúdio de Vida e Morte

    Luís Lopes de Souza e Alcindo Neckel

    Morte...! Sombria e real mas consagrada por mito, um ditame racional desde os primórdios escrito...

    1º Festival Unidos pela Tradição (Virtual) - Tapejara
  • Primeiro e Último Sonho

    Luís Lopes de Souza

    E mais uma vez Joaninha ia ao catre se esconder, pra chorar e ninguém ver que realmente era lindo

  • Prólogo dos Versos que Ainda Não Fiz

    Luís Lopes de Souza

    "Me gusta" de um verso livre... Velhas primícias prosaicas desprovidas de resumo. ... munícios para o consumo

    20ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Quando um Verso Pede a Palavra

    Luís Lopes de Souza

    Permísso meu caro vate, o momento é oportuno pra que este verso terrunho chegue pedindo um aparte...

  • Resenha da Safra Amarga

    Luís Lopes de Souza

    Na areia da ampulheta germina a desilusão, se o resumo da colheita não enche a cova da mão...

    6ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Responso para Meu Pai

    Luís Lopes de Souza

    Do luzeiro incandescente sobeja só uma réstia... Esse corpo diminuto

    11ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Restolhos

    Luís Lopes de Souza

    O sol emborcou o lume na anca do horizonte, como apagando os braseiros dos fogões do universo...

  • Romaria

    Luís Lopes de Souza

    Joelhos rotos vão semeando gotas rubras no trajeto de tortura e de louvor, a carne viva cada vez fica mais viva num martírio que exorciza a própria dor.

    5ª Querência da Poesia Xucra
  • Sobejos de um Andarengo

    Luís Lopes de Souza

    Seu peito também tapera... Sua alma também ruína... Da estância, vagos sobejos Na palidez da retina...

    9ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Sonho Povoeiro

    Luís Lopes de Souza

    Longito... Cruzando por um atalho, no descambar da coxilha de um campo de cima da serra,

  • Um Peão de Outro Oriente

    Luís Lopes de Souza

    De onde vens meu parceiro? Três vezes peço permísso venho pronto pra o serviço

    5ª Tertúlia Maçônica da Poesia Crioula
  • Um Salmo à Cruz da Saudade

    Luís Lopes de Souza

    O vento sola milongas Em monótonos rituais Num salmodiar aos que passam No rumo do nunca mais

    5ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Um Verso Xucro ao Futuro

    Luís Lopes de Souza

    O Transcendente futuro desprovido de exemplo, buscará nos ancestrais inspiração para seu tempo...

  • Velha Estância Moderna

    Luís Lopes de Souza

    Um clarão... arregaçou as pupilas de quem fazia retorno, rasteando o vestígio amargo