A Paz das Praças
Marcelo d’Ávila
Eu quero a paz das praças das pequenas cidades do interior:
6 poemas
Marcelo d’Ávila
Eu quero a paz das praças das pequenas cidades do interior:
Marcelo d’Ávila
0 vento assobia, em acordes de valsa, Canções tão antigas que o tempo nem lembra – Abraça as macegas, sacode e embala, Na volta dos ranchos, com rumo à fazenda.
Marcelo d’Ávila
De barro moldei meu verso: Do mesmo barro pisado Pelos caminhos das tropas, Sovado de pata e casco
Marcelo d’Ávila
Perdoa, minha guitarra: Hoje eu prefiro o silêncio... Minhas velhas mãos milongueiras,
Marcelo d’Ávila
Os olhos da infância Bombeiam distâncias Pra além das cancelas E erguem castelos
Marcelo d’Ávila
Meu simples galpão de estância Guarda lembranças antigas Em cada nesga de história Pendurada na parede;