Galpão do Verso
Poetas

Mateus Neves da Fontoura

13 poemas

Poemas

Filtrar poemas

  • Anhangüera

    Mateus Neves da Fontoura

    Venho do fundo do tempo Me chamam diabo por velho. Fui santo anjo no Império Banido por traição

    12ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Batalha

    Mateus Neves da Fontoura

    O frio que me corre a espinha percorrendo o corpo, Que me gela os ossos, o espírito e que me escarnece a alma.... É o gêmeo calafrio ... O arrepio-irmão da arritmia que me aquece a carne! Enquanto a boca me insiste em salivar as fantasiosas divagações de noite e calmaria... lembranças de um tempo que está logo ali, parece ontem!

    23ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Carrapato

    Mateus Neves da Fontoura

    O campo seguirá campo ... Independente do uso, Independente do abuso De gado, lavoura ou mato.

    1º Clarim da Poesia Terrunha
  • Contando Estrelas

    Mateus Neves da Fontoura

    Eu, ontem, resolvi contar estrelas ... Mas não este contar... de somas matemáticas... Contei em poesia, cada uma que enxerguei... Contei pra quem quisesse ouvir ...

    27ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Das Solidões de um Proscrito

    Mateus Neves da Fontoura

    Com a mesma estrada nos olhos Encerro o dia ao meu jeito... Enquanto o sol, por direito, Se vai apagando as brasas,

    16ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Esteios

    Mateus Neves da Fontoura e Zé Renato Daudt

    Escora o peso do mundo, Com ombros de imensidão... Tesoura, caibro, oitão, Telhado, quincha e morada...

    5º Esteio da Poesia Gaúcha
  • Êxodo

    Anderson Fonseca e Mateus Neves da Fontoura

    Novos tempos... velhos rastros! E a ilusão povoeira vai seguindo a sina de fazer estrada... Parece mesmo que até o campo resolveu fazer as malas... ...e agora, desarranchado, também se fez incerteza.

    10ª Querência da Poesia Xucra
  • Meu Galpão ao Meio Dia

    Mateus Neves da Fontoura

    Mansas corujas descansam Nos cernes dos contramestres E as horas até que parecem Se espreguiçarem pacholas

    22ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Na Sesmaria de uma Folha em Branco

    Mateus Neves da Fontoura

    O campo aberto de uma folha em branco É terra entregue à inspiração inquieta... É sesmaria onde se planta a alma Quando o sesmeiro teima em ser poeta!

    15ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • O Porquê dos Meus Silêncios

    Mateus Neves da Fontoura

    Na verdade ninguém soube O porquê dos meus silêncios... Têm coisas que a gente sente E que simplesmente não conta.

    17º Bivaque da Poesia Gaúcha
  • Onde Repousarão os Meus Versos?

    Mateus Neves da Fontoura

    Foi-se o tempo em que as gavetas Solitas guardavam o corpo De um poema natimorto Que sucumbiu … incompleto,

    2º Parador da Poesia Crioula – Bagé
  • Sangrador

    Carlos Omar Villela Gomes e Mateus Neves da Fontoura

    Pulsa um verso dentro da alma Pela artéria da poesia, Onde a vida principia E a folha, em branco, inquieta

    4ª Tertúlia da Poesia - Santa Maria
  • Saudade Não Cicatriza

    Mateus Neves da Fontoura

    A lembrança arranca a casca Da epiderme do tempo E a carne do sentimento Sangra de novo... e de

    16º Bivaque da Poesia Gaúcha