Galpão do Verso
Poetas

Moisés Silveira de Menezes

52 poemas

Poemas

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  • A Boca do Monte Grande

    Moisés Silveira de Menezes

    I Uma linha imaginária A oeste de Cabo Verde

    1ª Tertúlia da Poesia - Santa Maria
  • A Faca

    Moisés Silveira de Menezes

    A faca, lâmina, cabo ferro e pau-ferro fundidos a faca parte, reparte corta, perfura, ponteia

  • A Faca de Adão Latorre

    Moisés Silveira de Menezes

    A faca, lâmina, cabo ferro e pau-ferro fundidos a faca parte, reparte corta, perfura, ponteia

  • A Moça dos Olhos Verdes

    Moisés Silveira de Menezes

    Uma tordilha ligeira Dos contos de Andaluzia Levita por sobre pastos Num galopito estirado.

    Concurso de Poesias Gauchescas – 32º Rodeio de Vacaria
  • Além das Bandeiras e Brasões

    Moisés Silveira de Menezes

    I Humanidade, humanismo Expressões profundas, fortes

    8ª Tertúlia Maçônica da Poesia Crioula
  • As Noites do Guassupi

    Moisés Silveira de Menezes

    Com seu cortejo de sombras a noite surpreende a tarde, o aroma das primaveras maçanilhas e alfazemas

  • As Sete Faces do Poema

    Moisés Silveira de Menezes

    A face nua primeira da pampa longe do gado, distante de seus cavalos antes das lanças e espadas.

    14ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Canção do Exílio

    Moisés Silveira de Menezes

    Minha terra sem palmeiras muitos palmos, muitos palmos de terras enconflitadas sabiás sabicantantes

  • Canto a um Irmão de Ideário

    Moisés Silveira de Menezes

    Meu Irmão de Rimas livres permisso pede o cantor para opinando saudar terra dos ancestrais

  • Carta Aberta ao Guri que Fui

    Moisés Silveira de Menezes

    Quando vim de lá, trouxe quase tudo, tudo que cabia na velha mala sebruna e nos anseios de horizontes largos. Ficou um potro cabos negros

    2ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Décima Andeja

    Moisés Silveira de Menezes

    Sete centelhas sonoras, medida velha de lei, forjou respeitada grei na florescência de outrora,

    7º Esteio da Poesia Gaúcha
  • Décima Inconclusa aos Recuerdos

    Moisés Silveira de Menezes

    Confrades de rimas rudes, Tupã foi berço divino pra quem aprendeu a cantar com claves de vento e rio

    5ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Disseram Que Era Feitiço

    Moisés Silveira de Menezes

    I Hum mil e oitocentos e sessenta e seis o ano. Na Vila Boca do Monte

    6ª Tertúlia da Poesia - Santa Maria
  • Fragmentos Memoriais de um Anônimo

    Moisés Silveira de Menezes

    Não, não me pintem por favor, pilchado, bem montado em flor de flete; pelas bailantas, fandangueando alpedo, arrastando a asa pra morochas lindas.

    1ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Fraiburgo Revisitada

    Moisés Silveira de Menezes

    I Kaingang no campo aberto, Xokleng nas araucárias. Ao olvido das plegárias,

    7ª Colheita de Versos Abdon Batista - SC
  • Imagens Noturnas

    Moisés Silveira de Menezes

    A INVERNIA EXTEMPORÂNEA PLASMOU A NOITE DE OUTUBRO DE UM NEGROR SOMBRIU, GELADO, QUE FAZ LEMBRAR OS AGOSTOS DE ACINZENTADAS LEMBRANÇAS QUE BAILARINAM NA MENTE DE QUEM,

  • Legado de Estrada e Tropa

    Moisés Silveira de Menezes

    I Entonado num Tordilho Da cruza moura-andaluz Nena Franco vem ao tranco

    2ª Florada de Versos (Virtual) - Blumenau - SC
  • Libelo ao Homem e ao Cavalo

    Moisés Silveira de Menezes

    I Vem de longe, genuíno! Um tostado frente aberta, olhar de águia em alerta.

    2º Parador da Poesia Crioula – Bagé
  • Muito Além do Bojador

    Moisés Silveira de Menezes

    Rosário de nove contas, Nove pérolas-colar, Nove naus a navegar, Desde o mar de Portugal.

    5ª Tertúlia da Poesia - Santa Maria
  • No Princípio - Espada e Verbo

    Moisés Silveira de Menezes

    Um manto de sete séculos um clamor que não se cala sonhos, visões de justiça nos porões da tirania.

    5ª Tertúlia Maçônica da Poesia Crioula
  • Nuances de Silêncio

    Moisés Silveira de Menezes

    Mal despertara a manhã, - Ao tranco do colorado -, Guitarra atada nos tentos, O mestre agarrou a estrada

    4ª Tertúlia da Poesia - Santa Maria
  • Ode a Senhora do Sobrado

    Moisés Silveira de Menezes

    Bela e amável senhora apareça no terraço deixe que a brisa brejeira bata leve seus cabelos

  • Osório – Marquês de Herval

    Moisés Silveira de Menezes

    Quando o sol se esparge em raios Sobre a coxilha e plainos Vozes antigas renascem Pelas encostas dos cerros

    8ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Paisagem do Sul

    Moisés Silveira de Menezes

    Baio estrela, cabos negros trote largo, Inácio Rosa recolutando recuerdos pela estrada das missões.

    5º Celeiro da Poesia – Campos Novos – SC
  • Panta do Mato-Panta do Rio

    Moisés Silveira de Menezes

    Quando o sol da meia tarde clareou os sulcos do rosto do andante que chegava, jeito simples, tranco firme,

    17ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Peregrinas Inquietudes

    Moisés Silveira de Menezes

    De onde vieram!? Pra onde irão!? Donde Vivem!? Isso tudo me inquieta.

  • Poema do Singelo Amor

    Moisés Silveira de Menezes

    Andei buscando metáforas Para compor-te um poema Descartei muitas figuras Na relancina do olhar

  • Por Não Viver no Poema

    Moisés Silveira de Menezes

    Não busquem pelo poeta na teia crua do verso. Fantasmeiros figurantes ressuscitam gastas lendas,

    13ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Raízes Beduínas para um Canto Gaúcho

    Moisés Silveira de Menezes

    Livre, surgiu no deserto tripartido por amor à tenda, à lança, ao cavalo. Nômade, migrou no rumo que lhe apontava a inquietude

    7ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Razões de Canto e Viver

    Moisés Silveira de Menezes

    Quando um acorde celeste se desprende do infinito e vem me falar de manso pela boca escancarada

    2ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Razonando em La Hora Del Mate

    Moisés Silveira de Menezes

    Cando la pampa se duerme entre zambas y vidalas que viven en los ocultos del alma y de la guitarra,

    8ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Reflexões em Vilanelas

    Moisés Silveira de Menezes

    I Vida, destino, dilema, página em branco ao arbítrio,o tempo com seu grafema.

    4º Festival A Poesia nos Une - Tapejara
  • Relato do Posteiro Só

    Moisés Silveira de Menezes

    Num ermo fundo de campo, no contra ponto forte do cerro, bem onde o rio faz a curva, no pago da minha infância

    4ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Réquiem para Juvêncio Gutierrez

    Moisés Silveira de Menezes

    Negros “maidanas” surrados sombreando cinco ventenas de tal modo distribuídos como a antever no vislumbre

  • Romance de Campo e Mar

    Moisés Silveira de Menezes

    Quem embarca em barco alheio embarca anseios e medos abarca sonhos nos braços que lançam redes no mar

    4ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Se For Falar de Saudade

    Moisés Silveira de Menezes

    I Quem não souber de distâncias de estradas que se desdobram

    3ª Tertúlia da Poesia - Santa Maria
  • Sentinela ao Sul do Mundo

    Moisés Silveira de Menezes

    Sem assombros dos Açores para os açoites do sul mudança, mudando a sina. Um punhado de sementes

  • Sete Bravos - um Destino

    Moisés Silveira de Menezes

    Barba escura chapéu negro O lenço de um rubro forte Sobrepairando na gola Do poncho azul de baeta

    10º Bivaque da Poesia Gaúcha
  • Sextinas de Noite Adentro

    Moisés Silveira de Menezes

    Estendeu-se o olhar pela lonjura, um pouco mais além do horizonte, onde moram a distância e a saudade. Para onde voa sempre o pensamento,

    6º Esteio da Poesia Gaúcha
  • Sextinas de Noite Insone

    Moisés Silveira de Menezes

    Talvez deva ser tristeza, Uma força tão estranha Que põe estrelas na insônia E a alma quase sem rumo,

    8º Esteio da Poesia Gaúcha
  • Simbologia Gaúcha

    Moisés Silveira de Menezes

    Hino, Bandeira, Brasão a trindade principal Sob o céu da pampa grande Simbolismo imemorial.

  • Um Canto para Matear Solito

    Moisés Silveira de Menezes

    Quando o sol vai despacito me quedo mateando quieto no velho ritual campeiro que faz ausentes de afeto

  • Visita pra Boca da Noite...

    Moisés Silveira de Menezes

    Com perfeição recortada junto a linha do horizonte vislumbrava-se da estância silhueta em cor escura

  • Vou Embora

    Moisés Silveira de Menezes

    Invadiram meu recesso torpedearam meu exílio perturbaram meu idílio vou embora, vou embora