Boneca de Pano
Salvador Ferrando Lamberty
No baú de minha infância fui buscar inutilmente, minha boneca de pano, minha fiel confidente,
10 poesias
Salvador Ferrando Lamberty
No baú de minha infância fui buscar inutilmente, minha boneca de pano, minha fiel confidente,
Salvador Ferrando Lamberty
Vem o verão de seus dias, num casamento em rituais Mas não vem a liberdade, pelo contrário, a sociedade
Salvador Ferrando Lamberty
Ausência triste, que existe... resiste! Passa... passa... passa... desgraça! Anda... anda... desanda... desbota a lágrima que brota de um olhar.
Salvador Ferrando Lamberty
Num paraíso de sonhos Marlene e José se amavam, toda vez que se encontravam juravam eterno amor...
Salvador Ferrando Lamberty
As andorinhas passam leves e silentes e os sabiás trinam cantares de fartura... Eu sinto a paz universal, naquelas asas, nesses momentos de vivência e de ternura.
Salvador Ferrando Lamberty
Sou prenda-criança, boneca esperança, cabelos de trança ou soltos no ar...
Salvador Ferrando Lamberty
Já se cantou liberdade, Cantou-se a saga pampeana, Eu vim para cantar belezas Da linda prenda serrana.
Salvador Ferrando Lamberty
Sou prendinha rio-grandense, Assim vestida de chita; Sou culta, guapa e bonita; Estrela alva que brilha...
Salvador Ferrando Lamberty
Sou gaúcha fronteiriça do velho pago liberto, nasci num rancho modesto coberto de santa-fé...
Salvador Ferrando Lamberty
Naquela noite radiante, Surgiu a lua no poente, Tão alva, quanto às estrelas, Tu surgiste de repente.