A Festa dos Bichos
Tatiane da Rosa Crestani
Acredito que no inverno, Sem a aquarela e suas cores Só com o branco das geadas E as noites frias mais longas,
15 poemas
Tatiane da Rosa Crestani
Acredito que no inverno, Sem a aquarela e suas cores Só com o branco das geadas E as noites frias mais longas,
Tatiane da Rosa Crestani
Amanheceu aqui no rancho. Sol alto... E o canto dos quero quero a embalar o mate amargo.
Tatiane da Rosa Crestani
Sei que todas as crianças, São anjos e poetas... E por saberem desta dádiva Precisam se unir
Tatiane da Rosa Crestani
Ser o vento é como a alma perdida Sentindo de que é brisa sem o ver E ambos sabem a razão de viver Que envolve o todo sentir da vida
Tatiane da Rosa Crestani
Guardo a nítida lembrança Do abraço que deixou saudade De um olhar que foi verdade Do colo que me deu guarida...
Tatiane da Rosa Crestani
Mãe, amiga e confidente Chama de amor ardente Que com lágrimas e risos Embala os sonhos da gente
Tatiane da Rosa Crestani
Cheiro de terra molhada! Gosto de algodão doce... Assim são os avós!
Tatiane da Rosa Crestani
Maria escuta o vento, lá no pátio de pedra, onde os gatos se enroscam como novelos de sombra.
Tatiane da Rosa Crestani
Nas mãos do peão, a terra pulsava, Era berço e sustento, promessa e calor. Cada sulco que a enxada traçava, Era a escrita sagrada de um povo em vigor.
Tatiane da Rosa Crestani
Há um ofício, mais que ofício, um mistério... de desenhar caminhos no etéreo, acender em silêncio a chama que não se apaga.
Tatiane da Rosa Crestani
Em uma noite escura, o "Rio das Estrelas” Serpenteava pelo sul do mundo. Suas águas, como constelações líquidas, refletiam o brilho do céu noturno.
Tatiane da Rosa Crestani
Ninguém fica pra semente - foi o que ele disse uma vez, largando o mate com a calma de quem entende
Tatiane da Rosa Crestani
Lá nos fundões da estância Pés na água, esfriava, Depois, pelos campos andava Com meu cavalinho de pau.
Tatiane da Rosa Crestani
Em suas firmes paredes Grandes feitos a realizar É o lar primeiro a habitar
Tatiane da Rosa Crestani
No espinhaço dos caminhos, Há um vazio que silencia E invade a espera do sono Dos que resistem à mordaça,