Galpão do Verso
Poetas

Vaine Darde

33 poemas

Poemas

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  • 100 Versos para o Teu Sorriso

    Vaine Darde

    Moça do sorriso claro como aurora de setembro, de outro riso, não me lembro, luzindo em matizes raros

    5ª Querência da Poesia Xucra
  • A Casa do Poeta

    Vaine Darde

    Não sou poeta! Mora em mim um louco que tem crises de roseira em gestação,

    23ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • As Vistas do Coração

    Vaine Darde

    Grace Nardes (violino) - Sergio Nardes( teclado) (MASCULINO) Me empresta a luz dos teus olhos

    16ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • De Sombra e Luz

    Vaine Darde

    Não se faz um payador Com meia dúzias de versos E pensamentos dispersos Rimando flor com amor.

  • Desde Quando Não Cresci

    Vaine Darde

    ( I ) Minha mãe me via louco por dizer que a lua era bacia d’água de luz.

    4ª Tertúlia da Poesia - Santa Maria
  • Despedida numa Noite de Agosto

    Vaine Darde

    A tarde cai mais cedo no horizonte porque sabe que te vais... As estrelas vestirão ponchos de nuvens Esta noite

    7ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Elo Quebrado

    Vaine Darde

    A chuva se derrama desde o cerro e a noite trás acordes de cincerros nas lágrimas da quincha sobre o balde... Ah, que triste a cantiga da goteira

    12ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Esse Tal Guri de Rua

    Vaine Darde

    No campo não tem guri de rua. Não, porque o campo não tenha rua, mas porque, no campo, todo guri, por mais humilde que seja,

  • Florêncio

    Vaine Darde

    Um moço de fina estampa, Dom Quixote de la Pama Lá das bandas do Imbaá, Passava a noite no campo

  • Louca

    Vaine Darde

    Louca? Por que será que sou louca? Será porque ando lendo Tantas sílabas de lua

    13ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Louco

    Vaine Darde

    Eles me interditaram... Afastaram-me das domas, Não me deixam usar adaga, Nem, sequer, cuidar do fogo...

  • Menestrel

    Vaine Darde

    Por mais que tenha estrelas nos meus versos e rosas deixem neles primaveras, que vista meus sonetos de quimeras expondo-me nas rimas pelo inverso;

  • Mimosa

    Vaine Darde

    Eu não sabia que te amava tanto, Pois, na campanha, quando um homem sonha, Tem pouco tempo pra cuidar do campo. Depois, tu sempre foste tão presente

  • Minha Poesia

    Vaine Darde

    Minha poesia não tem brilho De prata ou de cristal. Não tem a pulsação dos sinos Nem a vibração das taças...

  • Monólogo do Peão Solito

    Vaine Darde

    O dia se foi mais cedo E a noite chegou na tarde. Sem pôr-do-sol, na campanha, Apenas escureceu...

    8ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Mulher Gaúcha

    Vaine Darde

    Eu sou a mulher gaúcha, Não o molde fabricado Pelos “donos da cultura” Aprendi aprisionada

  • Musical e Invisível

    Vaine Darde

    E agora, o que é que eu faço Com tua ausência na casa Rondando a minha saudade E agosto pedindo lenha

    2º Sinos do Verso Gaúcho
  • Noturno Triste para a Mulher Distante

    Vaine Darde

    Sinto-me triste a mirar os trastes sob o desastre que o destino impôs... Sorvendo a ausência que prolonga o mate; sendo a metade do que já foi dois...

  • O Pianista

    Vaine Darde

    Era para ser apenas um concerto. Um pianista e a platéia. Mas, Como se fora um deus da música impôs sua presença com acordes celestiais...

  • O Velho

    Vaine Darde

    Velho, sem retovos, genuíno na retina dos espelhos.

    13ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Ode às Mãos do Bem

    Vaine Darde

    Não, não invejo os pássaros... Pois só tem asas quem não tem mãos. E foi pela vocação das mãos Que construímos caravelas,

    9º Bivaque da Poesia Gaúcha
  • Pajada para Indiara

    Vaine Darde

    Índia da pele morena bronzeada de sol e lua, tens a beleza chirua que encanta, mas envenena...

  • Pajador no Fim do Mundo

    Vaine Darde

    Se a torre Eifel tombar num terremoto em Paris ou os sertões dos brasis se transformarem em mar.

    1º Sinos do Verso Gaúcho
  • Par de Botas

    Vaine Darde

    Procurando minha história Andei rastreando memórias Por onde a história passou E, dentro de um baú,

    11ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Reflexões de um Gaúcho

    Vaine Darde

    O que se passa afinal? será estou invisível ou vocês são meu delírio? Será que ninguém me vê

    12ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Réquiem ao Pajador

    Vaine Darde

    Eu não direi de ti a ausência ardente, A falta que a guitarra ainda chora, Ocaso que ficou dentro da gente Naquela noite triste sem aurora.

  • Se me Ataco das Veneta

    Vaine Darde

    Eu declinei da ternura porque de tanto que luto o meu canto ficou bruto de verso e de partitura

    14º Bivaque da Poesia Gaúcha
  • Sob um Deserto do Sul

    Vaine Darde

    O que direi de nossa estirpe Para os que, um dia, Nos buscarem na história? Para os homens do futuro,

    9ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Sonata em Sol Maior para a Dona das Manhãs

    Vaine Darde

    A luz te busca, se projeta tonta, Pousando leve no teu corpo claro: Te envolve em ouro quando o sol desponta Luzindo em formas de relevo raro.

    10ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Sonata para a Musa Revelada

    Vaine Darde

    I Talvez se Renoir de ti soubesse, da luz que no teu riso se revela,

    21ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Uma Noite pra Romance

    Vaine Darde

    De tão clara, a lua cheia acordou o girassol... E a pampa enluarada Se reflete nas aguadas

    14ª Sesmaria da Poesia Gaúcha