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2.770 poemas no acervo
Matheus Costa
Há um espaço na querência pra cada céu estreleiro, com silêncios de paciência e um maternal paradeiro…
Cláudio Silveira
A bruma mansa, já pairava ao parapeito das casas, na hora em que’u cevei o mate; Os oscos cernes lentamente,
Paulo Ricardo Costa
Quando o poncho da saudade, Reveste os sonhos antigos... Uma lembrança pede abrigo, Nas portas de um coração,
Glaucus Saraiva
Meu cavalo "Maragato" Meu cusco "Baio", ternuras, por onde andarão vocês?
Cristiano Ferreira Pereira
me pilchei a capricho, me desfiz de anseios e enfrenei o colorado do meu sangue pra recorrer os corredores deste
Bianca Bergmam
Como eram lindas Minhas tardes quentes Nos verões da infância!
Sebastião Teixeira Corrêa
Das gargantas eloqüentes, como o nascer de um teorema, Vai emergindo o poema que o poeta rabiscou, E as mãos... ( a vida no estro...), à modelar, qual maestro, O concerto que brotou...
Matheus Bauer
Pra perder a métrica eu preciso estar bem triste... Devo estar navegando no horizonte acinzentado das agruras, necessito estar envolto em duras vestes da penumbra e despido das plumas da esperança!
Diego Alessandro Klemtz
Um dia nessas campanhas - Por certo há de chegar - Deixo alguém no meu lugar Pra completar minhas façanhas
Cristiano Ferreira Pereira e Cláudio Silveira
“...Quando um poeta embuçala... Tropilhas de nostalgia, Quem declama ajeita as garras Para domar elegias...
Marcio Gomes e Getulio Silva
Enquanto mateio solito Vou agrupando saudades, Em busca de realidades, Paleteando as duras lidas
Loresoni Barbosa
De tanto gastar sovéus perderam a conta dos calos, sempre ajeitando cavalos pra serventia dos "basto",
Sebastião Teixeira Corrêa
Nasci no campo, como nascem tantos outros, Ouvindo os potros em relinchos, de retoço, Os sons da vida nas vozes da natureza E a correnteza do arroio, antes do poço
Sebastião Teixeira Corrêa
Escorropicho esse mate até o ultimo gole Porém a sede do copo Não é maior que a secura Que trago dentro da alma
Luciano Salerno
Ecoam silêncios no sinuoso das estradas, O contracanto de uma toada tropeira Faz costado nas campechanas trajetórias, São remembranças de uma gesta antiga.
Vitor Lopes Ribeiro
Encilho o pingo assoviando No garrão da madrugada. À noite, bruxa bronzeada Vai emponchar outros pagos.
Jéferson Rogério Valente de Barros
Eu te amo papai! Está chovendo lá fora. Me protege da tormenta! E se esse vento arrebenta
Alcindo Neckel
A alma se eterniza além do corpo da gente!... Feridas de tresontonte o mate não cicatriza!...
Colmar Pereira Duarte
Cresci no meio dos pastos buscando o sol, por instinto. E foi a ânsia que sinto de desvendar minha sorte,
Jayme Caetano Braun
Pra ti, xirua clinuda, Dos ranchos de chão batido, Com babados no vestido Na orelha, um galho de arruda,
Alcindo Neckel e Luís Lopes de Souza
Um céu longe multicor estende o véu da aurora no meu olhar já sem cor... trazendo imagens vagas
Guilherme Collares
A correnteza é a lágrima que choram, as pedras mouras do porto das lavadeiras...
Carlos Omar Villela Gomes
Não! Não pronuncies mais meu nome! Estás totalmente proibida... Te nego integralmente esse direito Com a mesma lei que me negou a vida!
Jayme Caetano Braun
A ti, meu velho querido, Joelhos no chão, ofereço, Este rústico adereço Trançado de couro cru!