A Ressurreição do Zeca Rosado
Djalma Corrêa Pacheco e Mauro Rosado
Das artes, a mais medonha Que o Zeca Rosado aprontou De morto ele se parou Lá num canto do galpão
3 poemas
Djalma Corrêa Pacheco e Mauro Rosado
Das artes, a mais medonha Que o Zeca Rosado aprontou De morto ele se parou Lá num canto do galpão
Djalma Corrêa Pacheco
Te peço desculpas, Por quase uma vida inteira De pouco afeto ofertado. Pelo mutismo exacerbado
Djalma Corrêa Pacheco
Pra mim, O sol não desenha silhuetas do galpão Quando a noite engole o dia. A boieira não se esconde na coxilha