A Visita
Guilherme Suman
Uma visita silenciosa Adentrou o meu jazigo; Com olhos de quem quer prosa Deparou-se, então, comigo.
7 poemas
Guilherme Suman
Uma visita silenciosa Adentrou o meu jazigo; Com olhos de quem quer prosa Deparou-se, então, comigo.
Thiago Suman e Guilherme Suman
A vida floresce quando um Deusa despetala Em um bem-me-quer de cor tão cálida Que se abre inteira na mais terna primavera; É feito a borboleta que, depois de tanta espera,
Guilherme Suman
(I) Gaúcho apenas, num fundo de mundo, Num pátio de pátria ao sul que há no sul. Num naco de pampa, um longe que há,
Guilherme Suman
A parede que no tempo há muito se enfeia, Sem cor, sem graça, e um eito de estranha... Se prateia no cardar do fio das teias Uma tela tão perfeita pro tecido das aranhas.
Guilherme Suman
Entro solene à beira da porta. Arrasto um corpo que pouco se importa Em dar a resposta se vive ou se é Apenas carcaça inútil e morta
Guilherme Suman
Um elmo de feltro: Pralana desbotado, Encanoado nas abas. Desgastado dos anos,
Guilherme Suman
I Em um prego amarronzado na parede Vai um quadro pequenino pendurado, Fazendo do passado mais presente