Galpão do Verso
Poetas

Rafael Ferreira

12 poemas

Poemas

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  • A Mangueira e o Simplício

    Rafael Ferreira

    Mangueira feita de pedra, Com a dureza resistente, Teimosa segue presente Neste chão que está mudado.

    9º Esteio da Poesia Gaúcha
  • A Patacoada do Vergílio

    Rafael Ferreira

    Vergílio saltou bem cedo, Antes de algum movimento, O ar pairava bem lento… E no galpão a fumaça

    4º Festival A Poesia nos Une - Tapejara
  • Da Esperança aos Malacara

    Rafael Ferreira

    É este costume antigo De me fazer recordar, Nas vivências do lugar, As imagens, o galpão,

    18º Bivaque da Poesia Gaúcha
  • Égua de Manada

    Rafael Ferreira

    O vento sopra de lado Sarandeando no topete, Daquela que já foi flete, De toda e qualquer parada.

    1º Obelisco da Poesia Gaúcha
  • Galpão da Santo Hipólito

    Rafael Ferreira

    Galpão é casa de encilha, É rancho do mate amargo, É lugar do trago largo Na madrugada tordilha,

    2º Parador da Poesia Crioula – Bagé
  • O Inventor de Memórias

    Rafael Ferreira

    É uma saudade tamanha de te olhar sem insistir, tentar buscar tudo em ti, numa inocência engraçada.

    Concurso de Poesias Gauchescas – 36º Rodeio de Vacaria
  • O Laço do “Quage” Morto

    Rafael Ferreira

    Recebi como regalo um laço do “Quage Morto”, trança de seis, como poucos, l’e vi assim tão parelho.

    1º Clarim da Poesia Terrunha
  • O Mistério da Gaitita

    Rafael Ferreira

    -Gaitita, além do instrumento de nobre sonoridade, despertas curiosidade com teus duendes por dentro. -

    3ª Porteira da Poesia
  • O Sonho de Cada Um

    Rafael Ferreira

    Aqui o galpão ressona numa fumaça branquita bocejando desenganos, campeiros refazem planos

    1º Festival Internacional Virtual de Poesia Gaúcha
  • Romance do Cambará

    Rafael Ferreira

    A língua fina de ferro lambe a pedra, de arrasto, e molda o fio do machado num sonoro vai e vem.

    8º Esteio da Poesia Gaúcha
  • Romanescos

    Rafael Ferreira

    ‘Stão de redor do fogo, numa prosa faceirita, regada ao doce do vinho num posto (do Pinheirinho).

    10º Esteio da Poesia Gaúcha
  • Um Bolicho que se Acaba

    Rafael Ferreira

    Hoje dorme entre as paredes De um bolicho abandonado, A réstia de algum passado, Aranhas tecendo redes,

    3º Parador da Poesia Crioula – Bagé