Carregando poemas…Acervo
2.842 poemas no acervo
Antônio Augusto Ferreira
Aqui estou eu vendo nascer o sol em estilhaços de luz, de flor e fogo.
Lauro Antônio Corrêa Simões
A quietude da madrugada, Ainda dona das extenções camperas Segue ao tranco, golpeada vês por outra Pelo arreador estridente de um quero-quero.
João Pantaleão Gonçalves Leite
Cachaça, água maldita, Malcriada e atrevida: China falsa, intrometida, Traiçoeira e mesquinha.
Juarez Távora Pacheco Fialho e Zeca Martins
Não renego este destino Que por certo, escolhi E canto qual bem-te-vi Pouco importando a razão
Jayme Caetano Braun
Velha infusão gauchesca De topete levantado O porongo requeimado Que te serve de vazilha
Arabi Rodrigues
Amigo- lá vai o mate Que o Rio Grande te oferece: -Água benta desta prece Que rezo todos os dias,
Ubirajara Raffo Constant
Meu irmão, Ontem, na hora da sesta, Quando em silêncio iniciava a tarde, De boina vasca, palheiro e saudade,
Marco Antônio Dutra
Iniciamos esta noite Recitando Campos e Pingos Pra homenagear este campeiro Que tem por nome Domingos.
Carlos Omar Villela Gomes
I Amor! Amor eterno e constante... A vida se inunda dessa aguada; Palavras nunca dizem o bastante...
Jurema Chaves
Quando à noite A chorar se finda A esvair-se linda Atrás do horizonte
Fagner Meotti
Segurando o meu pranto que vos falo meus amigos Do amor que sempre sinto quando falo do Rio grande Dessa terra tão gigante um pedaço do Brasil So de lembrar me da um arrepiu
Ruben Alves Vieira
Enquanto cervo o mate, Em mais um entardecer. No horizonte penso ver Ao descambar do brasileiro,
Marco Antônio Dutra
Oigalê Fascínio!... Quando abro portas pra esse coração andante, atropelando em fúrias
Colmar Pereira Duarte
La risa de la mañana de cara reciém lavada espantó para otra noche el suicidio que él passara mateando
Matheus Costa
São as horas dos caminhos para os passos cruzadores... Para o tempo dos sozinhos vaqueanos desses rigores...
Cândido Brasil
I Foi o meu ponto de partida: O rincão. Da epiderme verdejante das campinas e o colorado do pó das estradas de chão,
Luiz Menezes
Que faço eu à beira do caminho A esperar sem saber o que seja? Quem sabe encontre aqui, assim sozinho Uma resposta pra minh’alma andeja...
Antônio Augusto Ferreira
Preciso descobrir qual o teu jeito, Eu tenho de saber onde é que andas A cada instante que te vejo Já que tanto te mudas sem aviso.
Cândido Brasil
Era a “Terra de Ninguém” o pago largo nos vales, a terra era sem males e era de todos também,
Mateus Neves da Fontoura
Venho do fundo do tempo Me chamam diabo por velho. Fui santo anjo no Império Banido por traição
Osmar Ranzolin
Aninha é doce menina que vive sempre a sonhar, entre praias e campinas - O horizonte é seu lugar -
João Batista de Oliveira Gomes
De longos cabelos negros E os olhos da mesma cor, Rosto miúdo, encantador E de uma estatura mediana,
José Ari Borges do Amaral
Uma heroína em tempos de guerra? Uma mãe fiel e devotada? Ou uma guerreira idealista? Um filho no colo, um rifle na mão,
Carlos Eugênio Costa da Silva
Rio Grande , heróico cenário pra o progresso de uma gente onde mulheres valentes nunca se plantam de valde,