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2.842 poemas no acervo
Vinícius Antônio Machado Nardi
Singular. Que tu eras assim, Até mesmo as quinas de tua alma Sabiam.
Adriano Medeiros
Bem ali junto das pedras das aguadas cresceu e se criou cada dia mais forte. Com uma formação de lei muito antiga Onde era possível ver sua genealogia.
Luís Lopes de Souza
Gaúcho...! Um baita Gaúcho!! Patrício miscigenado que na inquietude do tempo reza glórias e ressábios.
Apparício Silva Rillo
Parei rodeio no Tempo... ...e as cordeonas, os botões graves e as primas, o rechinar das carretas,
Luís César Soares
O minuano matreiro timbra os ares com assobios compassados... De carancho, adentra os ranchos nessas invernias xucras,
Adriano Medeiros
Bem ali junto das pedras das aguadas Cresceu e se criou cada dia mais forte. Com uma formação de lei muito antiga Onde era possível ver sua genealogia.
Joseti Gomes
“Ora et labora” O corpo e suas marcas de vida inteira. Tronco morto plantado em terra viva, moldado para um fim: “servir”.
Moisés Silveira de Menezes
Meu Irmão de Rimas livres permisso pede o cantor para opinando saudar terra dos ancestrais
Ari Pinheiro
O tempo estava quieto lá fora... O véu sebruno da noite estendera um tapete de luto no pago...
Apparício Silva Rillo
Os avós eram de carne e osso. Tomavam mate, comiam carne com farinha, campereavam. Sopravam a chama dos lampiões, dormiam cedo.
Lauro Teodoro
Existe dentro de nós uma brasa acesa, queimando os costumes de outrora.
Jurema Chaves
Minha terra e um poema Que tem de mais puro e belo Meu pampa verde-amarelo Berço da raça caudilha
Jurema Chaves
Cantando a terra que amo me sinto muito feliz para meu pago crioulo mil versos de amor eu fiz
Apparício Silva Rillo
I Não vou cantar teu vulto de legenda perdido no impreciso dos tempos e das lendas. Nas entrelinhas da história se retraça
Jurema Chaves
Terra que canto e que amo, Terra linda onde derramo Todas minhas emoções Pra falar às multidões
Antônio Augusto Fagundes
Tudo que eu quis desta vida foi ser um dos teus poetas para cantar-te, Alegrete.
Fernando Araújo
O vento soprava forte pelas frestas do galpão. Ao pé do fogo-de-chão
Júlio César Paim
Terra de Homem Campeiro... e... mulheres... sem igual... Nesse Sul, meu Continente... ...se conhece a nossa Gente
Jurema Chaves
Cansou de chorar ausências Por isso volta ao rio grande. Já emalou seus pertences O pouco que ainda guardara
Apparício Silva Rillo
Morre o pai e fica o filho, morre o filho e fica o neto e o sangue não se perdeu. Da raiz rebrota a rama,
Odilon Ramos
Sou rude como o homem da caverna. Bárbaro, primitivo, indelicado: Mas um teu gesto, uma palavra terna, Me fazem manso, dócil, dominado.
Luiz Menezes
Na senzala das calçadas Seu poncho agora é a lua Como um retrato da fome -Canto negro da poesia- Insano ser que foi homem Um errante em agonia Inerte a dor que o devassa Na indiferença da rua.
Ubirajara Raffo Constant
Dos reis magos no céu brilha A estrela clara e viajeira; De uma igrejita campeira Soa ao longe a voz do sino;
Jorge Lima
Da xucra essência pampeana Que carrego no meu peito Brota o verso deste jeito Neste estilo galponeiro