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2.770 poemas no acervo
Ailson João de Giacometti
Meus filhos sentem aqui Por favor queiram escutar Uma história interessante Pra vocês eu vou contar.
Rodrigo Canani Medeiros
Relampeou o ás de espadas bem na boca do baralho e a canastra se fez limpa como a alma dos gaúchos
Getúlio Abreu Mossellin
Foi no mês de fevereiro do ano de 98 Se a memória não me falta, Na praia da Duna Alta. Que começou a cavalgada
Getúlio Abreu Mossellin
A cavalgada começa Bem antes de fevereiro Começam a juntar dinheiro Fazem rifas e leilões
Lauro Rodrigues
Foi bem ali, nas Figueiras que sombranceiam as coxilhas, sentindo das mancenilhas o cheiro bom do rincão,
Adão Quevedo e Jadir Oliveira
Semeei sonhos e quimeras pelas terras onde andei... Das sementes que plantei colhi trigo, fiz o pão, arei bem, meu coração... Guardei meus versos singelos e o que restou de mais belo no celeiro da ilusão... Foram safras de emoções, de guitarra e poesia, pra encher a vida vazia e espantar a solidão.
Jayme Caetano Braun
Cemitério de campanha, Rebanho negro de cruzes, Onde à noite estranhas luzes Fogoneiam tristemente;
Paulo de Freitas Mendonça
Quem morre com seu cavalo Numa cruzada de cargas Das cavalarias brutas, Nass arrancadas de guerra
Paulo Sérgio Boita
Vivi meio a lo léo Teatino dos quatro ventos Levando a vida nos tentos Por quincha tinha o chapéu
Carlos Omar Villela Gomes
Cerração, não me assusta o teu cenho, Quando cerras, negando o futuro; Quando cegas os sonhos que tenho Meu cavalo é um morcego no escuro.
Cléia Dröse
O arroio some em meio a essas brumas... é tempo de cerração... as figuras somem nas esquinas, envoltas em névoa...
Juarez Machado de Farias
conhecem a terra que se esconde no chão de suas botas. Conhecem a semente que brota no campo a fora da existência,
Joseti Gomes
A ferrugem na tua pele sangrou feridas antigas. A poeira dos teus olhos não encobriu o retrato,
Apparício Silva Rillo
Quincha do rancho do mundo que o picumã das queimadas de pouco a pouco azulou.
Vítor Bielaski
Há um barreiro arranchado Corriam quanto podiam No velho moirão da porteira Até chegar na clareia,
José Oliveira Estivalet
O temporal vinha feio Num entrevero de nuvens Como um estouro de tropa.
Luiz Menezes
No chão batido que enrijece a alma Do meu inverno silencioso abrigo, Ouço a saudade em passos lentos, calma Cortando atalhos pra matear comigo...
Jurema Chaves
Leve dentro do teu peito. O encanto de Encantado pedaço de chão sagrado que representa pra mim.
João Batista de Oliveira Gomes
Meu velho chapéu preto Da aba meio caída, Chapéu velho pra toda a lida Campereadas, dias de festas,
Pedro Júnior da Fontoura
E chegaram de além-mar trazendo esperanças na mala e um novo brilho no olhar.
Apparício Silva Rillo
Buenas, meu Cristo, meu Jesus-Cristinho. Se não levar a mal eu desencilho à luz de sua Estrela o meu tordilho que já vem basteriado dos caminhos.
José Luiz dos Santos
O balanço da cadeira silenciou num de repente, quando o neto na sua frente apeou do “malacara”.
Jayme Caetano Braun
Ah! Mate amargo bendito que tenteio reverente, o passado e o presente passam ente mim, contrito,
Marco Póllo Giordani
Sou cria daqui... Veja vancê aquela reboleira De espinho... Onde ainda restam rastros de morada...