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2.870 poemas no acervo
Loresoni Barbosa
Nessa miséria campeira já não dou graças a Deus, maldigo as nuvens covardes que vem no final das tardes
Jayme Caetano Braun
Avô paterno, o lavrador colono, no mundo novo, perseguindo anseios;
Dimas Costa
Voltou assim como quem volta só no mas para voltar. Não tinha cor mais nos olhos, nem sonhos no coração!
Dimas Costa
Eu tive um cusco oveiro, meu cusco de estimação. Ganhei-o lá numa estância, presente dum velho peão.
Glaucus Saraiva
Pedaço de alma estirado entre o adeus e a saudade... Gaudéria comunidade, parador dos que não param,
Colmar Pereira Duarte
Me perco, às vezes, contemplando a estrada que se prolonga ao rumo do infinito; Atrás, há um rastro de ilusão passada, à frente, os sonhos de um viver bonito.
Sebastião Teixeira Corrêa
I Me perco, as vezes, contemplando a estrada Que se prolonga ao rumo do infinito; Atrás, há um rastro de ilusão passada,
Jurema Chaves
Numa manhã azulada Com melodias no ar, O meu olhar ofuscava Uma lagrima teimosa!
Milton Sebastião Souza
Primeiro veio a boieira, Solita no céu sem fim. E cintilou para mim, Da maneira costumeira.
Juarez Machado de Farias
O Seu nome era Fraterno: irmão das águas do arroio que davam no Camaqüã.
Andressa Hirt
E amanhece outra vez... A cada dia a vida vai ficando mais curta. Será que todos percebem? A cada gesto... em cada olhar...
Paulo Sérgio Boita
Bendita estrela, que brilha No céu do Rio Grande altaneiro O teu facho de luz, mensageiro É o candeeiro da coxilha
Luciano Salerno
Essas estrelas brilhantes da minha infância, Povoam a noite, com seu lençol de esperança. A lua prateada me espiava pela janela, E a brincadeira das Marias era a mais bela.
Adriano Silva Alves
Ainda te espero... No outro lado dos caminhos, Na outra face da saudade Na mesma voz dos silêncios.
Adair de Freitas
A poeira da estrada, o berro do gado, o grito do homem. O som do cincerro da égua madrinha, o ruído do freio mascando na boca, do flete cansado por léguas de estrada.
Glênio Fagundes
Rufando o tambor das asas, A garganta funda dos galos, Brota no atavismo sonoro... De um canto “leguero”!
Jurema Chaves
No outro extremo da vida A alma livre passeia, Nas noites de lua cheia Sentada a beira do lago,
José Alberto Barbosa
Era rancho humilde, improvisado e chico, Em riba de uma ancha coxilha aboletado; Se via pastando aqui e ali pouquito gado, À beira dum açude, à sombra dum sangueiro.
Arabi Rodrigues
Cuê-pucha! Que o tempo passa, E a gente nem se dá conta! O tempo que se reponta Vai “despacito” aumentando!
Maria Luiza César
Mesmo que passem os anos Que mudem os nossos planos Eu ainda vou te amar
Gujo Teixeira
muita gente conheceu ! Ele era parte do campo por que o campo era seu... Viveram da mesma sina
Carlos Omar Villela Gomes e Bianca Bergmam
“ Abrindo nossos trabalhos Pedimos a proteção Ao nosso Pai Oxalá Para cumprir nossa missão.”
Luís Lopes de Souza
A pampa em sua inquietude se rebelava outra vez... O conceito de bravura na mais medonha altivez,
Bianca Bergmam
Eu não queria te amar! Só eu sei por quantas vezes os meus versos se perderam, E eu com meu pulso firme, os chamei de volta ao rancho Só eu sei por quantas vezes eu ouvi nos teus silêncios