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2.842 poemas no acervo
Cândido Brasil
Tempo atrás peleou lindo, honrando a pátria gaúcha. Sua memória hoje puxa os entrechoques já findos,
Dimas Costa
Houve o tempo em que a "folha" era a arma respeitada, pois assim era chamada a espada do brigadiano.
Dimas Costa
Morreu o velho Vicêncio que era o peão mais antigo da fazendo do Macedo. Já tinha 90 anos
Caine Teixeira Garcia
Ela sonhava em ser poesia... E nunca soube ser mansidão! Te aquieta! - a realidade dizia – Pois ninguém vive de ilusão!
Colmar Pereira Duarte
O coitado era louco... Descansou. Que Deus o tenha em sua santa glória!
Jurema Chaves
0 guitarreiro é uma lenda Que voa entre os acordes De seis tentos afinados! Quando a dor aperta o peito
Aureliano de Figueiredo Pinto
Que eles, sendo moços feitos, se por outros pagos cruzem, buenos e leais, não abusem da força que os tauras têm.
Adão Quevedo
A palavra É uma espada, Quando corta o silêncio... O silêncio...
Cristiano Ferreira Pereira
Aquele com o dom da palavra é capaz de mudar o mundo apenas com o olhar.
Adão Quevedo
Em que silêncio perdi a palavra que eu tinha, desde o dia que te vi e sonhei que eras só minha?
Rafael Ferreira
Vergílio saltou bem cedo, Antes de algum movimento, O ar pairava bem lento… E no galpão a fumaça
Mário Amaral
A paz é uma pomba que desperta o mundo Com o canto sereno na amplidão do olhar E quando suas asas cortam o céu de branco Um sorriso claro chega pra matear
Marcelo d’Ávila
Eu quero a paz das praças das pequenas cidades do interior:
Maria Luiza César
As madrugadas silentes Chegam até me dar medo Depois da reza e o amém Não escuto nada além
Xirú Antunes
A água azul da cacimba, subiu a estrada da sanga, Matando a sede da estância, Cantando um canto molhado,
Érico Rodrigo Padilha
As madrugadas alcançam as minhas rondas de insônia, Perdi a soma das contas que já varei noite à dentro, O mate quebra o silêncio desse ritual costumeiro, Ouço um grilo seresteiro contraponteando a guitarra
Tatiane da Rosa Crestani
Amanheceu aqui no rancho. Sol alto... E o canto dos quero quero a embalar o mate amargo.
Moacir D'Ávila Severo
O Sol desce na amplitude do espaço Na intensão de esconder-se no horizonte, Rosto redondo, com sorriso encabulado, Ruborizando o azul da água da noite.
João Batista de Oliveira Gomes
Eu puxei meu pingo zaino Botei as garras a capricho, Resolvi dar uma bailada E arrumar um cambicho,
João Batista de Oliveira Gomes
Encilhei um pingo baio, Fui saindo sem destino, Que nem peão meio teatino, À procura de um fandango,
Maicon Cigolini
O coração que palpita, O bicho aflito, O medo. O ser como o centro do universo
Carlos Eugênio Costa da Silva
O campo vasto com pastagem intensa E o gado gordo alicerçava as platas; A propriedade era respeitada E as pessoas eram mais sensatas.
Cláudio Silveira
Enquanto um “hornero”, Faz bombeador da cabeça de um palanque, (na liturgia antiga de chamar o dia em “tempraneras” clarinadas) Antônio Estarrabachél, “empeza” a lida com o sentar crioulo de basteiras,
Loresoni Barbosa
Quem são esses homens com ânsias de pátria, que alçaram coragem pra fazer história