Carregando poemas…Acervo
2.870 poemas no acervo
Iberê Machado
Meu baio Florão de Tropa Sabe o rumo do cambicho E leva o trecho a capricho Na sua marcha andarilha.
Carlos Maurer
Manifesto do silêncio Nas cercanias do povoado E nas colônias lindeiras
Osiris Rodríguez Castillos
Ni sé qué pensar a veces d'estas manos que yo tengo... pa’cualquier cosa me sirven;
Matheus Costa
Estranha o sestro e a cisma que perdeu, sentindo a idade; E, talvez, tenha saudade dos retovos, d'um tirão.
Carlos Roberto Hahn
Manuelzinho dispensou o amadrinhador pra declamar seu poema de vida. Andou sempre de ombros vergados por ter uma carga sofrida.
Loresoni Barbosa
CONHEÇO UM PAR DE MÃOS CALEJADAS DE ESPERANÇAS, AMPARO DOS MEUS SEGREDOS, DOS TEMPORAIS A BONANÇA, QUANDO A ESTRADA ME CARREGA PARA SEGUIR UMA TROPA, SÃO O ADEUS NA PORTEIRA, O ABRAÇO PRA MINHA VOLTA.
Iberê Machado
Pilchas e arreios, o meu lenço bem atado. De rédea curta, o meu tobiano rosilho Conhece trilhos, hoje em dia, onde um gaúcho, Mesmo sem luxo, ainda andeja no lombilho.
Athos Ronaldo Miralha da Cunha
O meu chimarrão é virado Com a cuia xucra dos dias Num domingo de ventania O meu churrasco é salgado
José Hilário Retamozzo
Andava de pago em pago teimando em querer um lenço, mas diz que mais colorado do que boca de sangria.
Iberê Machado
Garoa guasqueada Na tarde de agosto. Os pingos no rosto, Pé firme no estrivo.
Carlos Omar Villela Gomes
0 tom do vento murmura teu nome Quando recorta a madrugada fria; Tem sonhos, sombras e assombros... Tem gosto de nostalgia.
Iberê Machado
Rio Grande, confiante Trincheira Brasil. Arado e fuzil Da união nacional,
Zeca Alves
Na pampa grande do Sul Lá por mil e setecentos. Quando esta etnia,
Cyro Gavião
Esta vida da cidade E’ vida de grande luxo, Mas eu que sou bom gaúcho, Dela gosto muito pouco,
João Batista de Oliveira Gomes
Lá por mil oitocentos e noventa e três Em meio a Revolução... Muita gente foi tombando, o porquê ninguém savia. Entre eles, inocentes,
Maria Luiza César
Eu sou só uma Maria Em meio a tantas Marias Que habitam esta terra Meu nome é graça de santa
Tatiane da Rosa Crestani
Maria escuta o vento, lá no pátio de pedra, onde os gatos se enroscam como novelos de sombra.
Paulo Ricardo Costa
Maria tinha seus receios... Essas incertezas da vida, São coisas de preconceito, Que sangram velhas feridas,
Rosana Araujo e Anderson Fonseca
O conto de fadas de Maria Serafina aconteceu... O lugarejo que, no século XVI, Fora campo aberto de planícies e ventos...
Luís Lopes de Souza
Todo o pago conhecia, a louca, chamavam... mas seu nome, qual será?
Jurema Chaves
Lá vai Martim pescador Navegando em águas turvas Bebendo o sol entre as curvas Do rio tristonho, esquecido
Pedro Júnior da Fontoura
gritaram minha causa mortis... Se duvidar, até brindaram, mas sempre assim, pelas costas.
Joseti Gomes
“Escutem! É o apito do trem! Corram! Corram!”
Jayme Caetano Braun
com água da sanga, de erva mansa curada em barrica; como eu gosto,