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2.871 poemas no acervo
Odilon Ramos
Escutam-se ao longe, cantigas de galos, abrindo a porteira pro dia chegar.
Odilon Ramos
Ainda é tempo de soprar as cinzas, avivar as brasas, Acender a chama...
Carlos Maurer
Açude da infância Açude de minha infância... Nos barrancos deste chão
Joseti Gomes
O piá nasceu num rancho plantado em cima da terra registrada com divisas de águas do “Açude Grande”.
Jayme Caetano Braun
Adaga do meu Rio Grande, Velho traste farroupilha, Que celebrou na coxilha O mais sangrento ritual,
João de Freitas
Os costumes do sul do país Têm pura autenticidade Terra de hospitalidade E de grande filosofia
José Luiz Flores Moró
Mescla de barro e taquara Entaipei as quatro paredes, Cobrindo, devagarito, com feixes de santa-fé. Com leivas de tabatinga
José Luiz Flores Moró
I De olhar sublime no mirar do nada, doando o corpo para a oferenda, transporta a vida (morte de encomenda)
João Batista de Oliveira Gomes
Entre os trastes velhos que tenho Lá no meu rancho guardado, Tem um que é bem mais lembrado Porque sempre me acompanha,
Gujo Teixeira
Está em cada palavra... Sob a custódia dos ventos o meu silêncio e o intento de perpetuar o meu tempo...
Joseti Gomes
No ranger de uma roldana sobe um balde de alumínio, carregado de esperança. As mãos pequenas sustentam
Marcelo d’Ávila
0 vento assobia, em acordes de valsa, Canções tão antigas que o tempo nem lembra – Abraça as macegas, sacode e embala, Na volta dos ranchos, com rumo à fazenda.
Ruben Alves Vieira
Ah! Como eu queria Ver os campos cobertos de flores. Os poetas falassem de amores. Só de amores.
Tadeu Martins
Do meu repertório Não passa de um Assobiozinho vaneirado
Juan Carlos Pirali
Tierra Virgen, pampa abierta, henchida de libertades, con viejas reminiscencias de malones y barbarie;
Getúlio Abreu Mossellin
Quando vejo um alambrado Feito à pá e socador Me lembro do alambrador O índio do braço forte
Getúlio Abreu Mossellin
Casa de caco de pedras, Mais tarde virou galpão. Santuário do chimarrão Uma antiga leiteria,
Luciano Salerno
“Gerações vêm e gerações vão, mas a terra permanece para sempre. O sol se levanta e o sol se põe, e depressa volta ao lugar de onde se levanta. O vento sopra para o sul e vira para o norte; Dá voltas e mais voltas, seguindo sempre o seu curso.”*
Luiz Menezes
Os cerros do Jarau São pirâmides pampeanas Que algum FARÓ divino Aqui no pago plantou.
Getúlio Abreu Mossellin
Alegrete minha terra... Minha querência, meu pago. Alegrete eu te trago, Guardado no coração.
Lauro Antônio Corrêa Simões
Aquele!... Domou por anos a fio, até branquear a melena, perder a força no muque mas, conservando o tutano. Peonou, ainda no tempo que estância abaixo de légua
Moisés Silveira de Menezes
I Humanidade, humanismo Expressões profundas, fortes
Luiz Menezes
E todos disseram que além do horizonte há um mundo tranqüilo que todos esperam
Paulo Edson Paim
O pensamento criou asas... e sobre as imensas casas... fez o ponto de partida.