Carregando poemas…Acervo
2.775 poemas no acervo
Bruno Salvagni dos Santos
Aquele 31 de agosto se faz vivo até hoje em minha memória. “Negro que é macho, vem comigo sem questionar”.
Delci Oliveira
Nos varias estendidas as mantas salgadas, coloreando as “Coqueiro” nas grandes matanças, boleadeiras ao vento, pealos, bolcadas, e tropilhas de potros vencendo as distâncias.
Adão Quevedo
Eu brincava de lanterna de vidro, com vaga-lumes. Eu embretava as estrelas
Carlos Magnus da Rosa Vivian
Aguarde minha Chinoca! Aguarde que estou chegando, só de lembrar teu sorriso as esporas tão retouçando. Ajeite os piás para o sono, deixe a porta sem tramela, que esta lua, tão bela, vai me mostrando o caminho.
Joel Capeletti
Embocaram-se as cambonas sobre as cinzas de um fogo morto. Longas noites de ébrio e solidão puseram-se como pontas de lança
Egiselda Brum Charão
Vieram em levas de gente apinhadas em naus que vagavam sobre a inquietude dos mares... Quimeras novas sonhavam
Moisés Silveira de Menezes
I Entonado num Tordilho Da cruza moura-andaluz Nena Franco vem ao tranco
Jurema Chaves
Conheci numa fazenda, Um negro já bem velhinho, Os cabelos tão branquinhos, Pareciam de algodão.
Gonçalves Chaves Calixto
Quando me vem na lembrança, Até meu coração dança Quando pego recordar Meu tempo de carreteiro
Cyro Gavião
Sou gaúcho e não renego As tradições do meu pago, Por isso é que, às vezes, pego Na garrafa e tomo um trago.
Tatiane da Rosa Crestani
Cheiro de terra molhada! Gosto de algodão doce... Assim são os avós!
Jurema Chaves
Como é lindo ver o gado se espalhando na invernada cedito de madrugada o gaúcho e seu cavalo
Andressa Maiara Morel
Ainda me lembro bem da casinha de madeira, de chão batido, 0 fogão a lenha feito de barro,
Brenda Luiza Moreira Magni
Olhos perdidos a contemplar o horizonte, Palheiro aceso entre os calejados dedos, Cabelos ralos, olhos fundos, corpo franzino. Sentado em um pequeno banco
João Batista de Oliveira Gomes
Às vezes estou lembrando Da terra onde nasci, Dos meus tempos de guri Onde passei minha infância,
Jurema Chaves
Quando o tempo te mostrar a realidade quando a neve em teus cabelos for caindo lembrarás, então...Momentos lindos, de infinito amor e de doçura
Rodrigo Bauer
I Eu trago um lenço branco no pescoço... O velho lábaro republicano que vence o posto trivial do pano
Antônio Augusto Fagundes
Nascido de alma caudilha - nem por isso menos franca - Deus te deu essa cor branca que até de noite rebrilha.
Glaucus Saraiva
Pedaço de sol poente no meu pescoço amarrado! Velho lenço colorado batido pelo minuano,
Glaucus Saraiva
Nasceste de um raio guacho na alquímia do espaço. O tento azul de teu aço veio da lonca do céu.
Simões Lopes Neto
Sentado num tronco de corticeira, forrado de couro curtido Já de pontas mascadas, do tronco era abrigo Adorno do meu rancho, herança de Santa Fé Pensava na vida de como foi, na vida de como é.
Glaucus Saraiva
Nos velhos tempos de antanho, quando o campo era sem dono O guasca era um rei no trono verde-escuro das coxilhas...
Osiris Rodríguez Castillos
A mi amigo Dn. Justo Dorrego que fue estanciero fuerte de Paso de los Toros y de cuyos labios conocí esta tradición.
Moisés Silveira de Menezes
I Vem de longe, genuíno! Um tostado frente aberta, olhar de águia em alerta.