Carregando poesias…Acervo
2.721 poesias no acervo
Carlos Omar Villela Gomes
Não sou as rugas e os cortes Que a vida marca em meu couro... Sou bem mais que algum lamento À beira deste fogão.
Yasmin Cirino Caon
Sempre lembram das histórias de amor... Das bonitas. Mas e as que trazem dor?
Sebastião Teixeira Corrêa
Parceiro, me ceva um mate Que há uma secura tão grande Queimando dentro do peito, Como uma brasa de cerno
Joseti Gomes
Os olhos tinham o brilho Das estrelas mais bonitas Que os dias do “Anacleto” -Acostumado a ouvir
Moisés Silveira de Menezes
Quando o sol vai despacito me quedo mateando quieto no velho ritual campeiro que faz ausentes de afeto
Egiselda Brum Charão
Teu canto, Jaime, pro Pago - como tambores ao vento – é templa de índio vago que eternizaste no tempo.
Luiz Menezes
À sombra do meu rancho - hoje tapera Aboletou-se um dia uma prendinha; Eu nunca perguntei-lhe porque viera Nem ela mesmo disse porque vinha.
Moisés Silveira de Menezes
Um regimento aguerrido viu-se preso de repente numa engenhosa emboscada, a frente mil de a cavalo
Moacir D'Ávila Severo
Na estampa um pobre louco, Na alma um guitarreiro. Como abrigo a mão alheia, Por querência o pago inteiro.
Antônio Augusto Ferreira
Que sol é este que me vem neste porão onde me escondo? Porão não é lugar
Alcindo Neckel
A gravura ilusionista pendurada sem vaidade traduz a mera saudade de um velho maquinista!
Guilherme Collares
Um semblante de taquara vergado - a força de ventos – - num corpo alto e esguio, dobrado de há muitos anos...
Sebastião Teixeira Corrêa
Vejo descendo a canhada Um tordilho nevoeiro, Num tranco largo, faceiro, Estampa quarto de milha
Evilacio Saldanha
Nas madrugadas pampianas Nos combates mais sangrentos quando o gaúcho mateia não desbordava peleia, a própria História escarceia não temia noite feia impregnando savanas. nem os dias mais cinzentos.
Francisco Rollof
(Antevisão e Transcendência de um velho poeta) Hoje é um dia bom pra se morrer... Escreveu o poeta chorando...
João Carlos da Fontoura
Ah, meu deus quantos presentes Junto a “arve” de natal Quantos filhos, afinal, Hoje tem papai noel?
Anderson Fonseca
Um dia desses... vou rumar ao pago...! Para relembrar a infância que lá deixei! Estender a vista da porteira aos fundos, Rever o rancho onde eu fiz meu mundo,
Rodrigo Bauer
olhou em volta e avistou o nada... Não encontrou ninguém pelos caminhos, nem viu a vida no sem fim da estrada...
Odilon Ramos
Eu "tava" sem fazer nada E um primo meu meio louco Não se falando sério, Não sei se prá fazer pouco
José Mauro Ribeiro Nardes e Severino Rudes Moreira
Quando o dia boleia a perna, O céu e a terra se abraçam, A passarada brinca em gorjeios, Brindando o arrebol que passa.
Moacir D'Ávila Severo
Num passo ao compasso Do impulso do peito. Paixão pela Pátria Que perdeu a paz.
Ibani Jorge Bicca
Toca o fole, bate o ferro, que tem cor de por-do-sol. O ferreiro vai batendo,
Lauro Antônio Corrêa Simões
Entendi! Por fim, eu compreendi, já de carapinha moura, Os nervos e músculos, hoje menos ágeis, O porque desse buçal de oito tentos, feio e forte
Jorge Luiz da Rosa Chaves
Pra quem traz a sina De um rumo certo perdido de si... Por encruzilhadas tão enforquilhadas Como eu já me vi,